Segurança monta força-tarefa para as eleições

Com a finalidade de garantir a segurança das eleições no próximo dia 3 de outubro, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) montou uma força-tarefa com a participação da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar e apoio da Polícia Federal. O plano de ação foi apresentado nesta terça-feira (21) pelo secretário Diógenes …

21/09/2010 17:41



Com a finalidade de garantir a segurança das eleições no próximo dia 3 de outubro, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) montou uma força-tarefa com a participação da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar e apoio da Polícia Federal. O plano de ação foi apresentado nesta terça-feira (21) pelo secretário Diógenes Curado.

Entre as metas estabelecidas no plano de ação, destaca-se a manutenção da segurança dos eleitores e ainda a função de coibir os crimes eleitorais. “Estaremos envolvidos na campanha, inclusive, até na parte administrativa. Estaremos atentos e em dupla função: a de garantir a segurança do pleito e coibir os crimes eleitorais”, declarou Curado.

Estará envolvido na Operação Eleição o efetivo de 4.128 policiais militares, 1.268 agentes da Polícia Civil e 268 bombeiros militares. Além disso, haverá a ação da Polícia Federal, que atuará paralelamente no pleito. Com esse contingente, o planejamento é que a força-tarefa atue nos 1.537 pontos de votação no Estado. A segurança nos locais de votação em área indígena, que somam 26, ficará por conta da PF.

Neste ano, segundo o secretário Diógenes Curado, a Polícia Militar destacou um oficial para atender aos juízes eleitorais que atuarão no pleito. Segundo ele, isso ficou firmado junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para facilitar a atuação da PM. “Cada juiz terá um oficial pronto para atendê-lo. Com isso, em caso de ocorrência, ele saberá quem acionar”. No total, são 60 juízes eleitorais.

O comandante da PM, coronel Farias, informou que, nos 1.006 pontos de votação em áreas urbanas, a corporação estará presente em todos esses pontos com, no mínimo, um militar. “Como estaremos em regiões urbanas, esse militar contará com apoio do policiamento de área. Nos pontos críticos, haverá mais militares”, destacou.

Nos pontos localizados nas zonas rurais, que somam 531, o comandante destacou que o policiamento será realizado, no mínimo, com dois militares. Ele ainda informou que haverá a presença de oficiais em todas as cidades do Estado. “Naqueles locais onde não são oficiais que comandam as unidades, iremos deslocar um oficial até lá”, disse.

Nos locais onde, no passado, houve algum tipo de incidência de compra de voto e confusões em geral, o coronel afirmou que colocará homens do setor de inteligência para atuar. Ele ainda ressaltou que os grupos de atuação especiais ficarão na reserva.

A Polícia Civil, conforme informou o diretor-geral, delegado Paulo Vilela, atuará com 1.268 agentes; destes, serão 135 delegados, 208 escrivães e 920 investigadores. O grupo terá uma atuação mais votada para os crimes eleitorais, mas também pregará a tranqüilidade ao pleito.

O Corpo de Bombeiros terá uma atuação mais restrita, escolhendo os locais com maior número de aglomeração para atuar. Pelo planejamento, o Bombeiro Militar estará presente em 20 escolas de Cuiabá e Várzea Grande, no universo de 100 mil eleitores. Eles vão atender pessoas que passem mal, dar resposta a algum tipo de aglomeração e fiscalizar infrações eleitorais.