MT gerou mais empregos com Lula do que com FHC

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que o segundo mandato do governo Lula (2007/2010) gerou mais empregos em Mato Grosso que o segundo mandato do governo FHC (1995/2002). As estatísticas comprovam que enquanto o país esteve sob o comando do presidente Fernando Henrique Cardoso …

21/10/2010 10:57



Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que o segundo mandato do governo Lula (2007/2010) gerou mais empregos em Mato Grosso que o segundo mandato do governo FHC (1995/2002). As estatísticas comprovam que enquanto o país esteve sob o comando do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o Estado registrou um saldo de 66.417 empregos.

O índice é inferior ao apresentado pelo governo petista do presidente Luiz Inácio Lula da Silval (PT) que viu mais que dobrar nesse número, com saldo de 138.680 empregos, relativo ao período de janeiro a setembro, entre os anos de 1995 e 2010. O saldo é a diferença entre admissões e demissões.

Na disputa entre os postulantes à Presidência da República, Dilma Rousseff, candidata do PT, supera o candidato José Serra, do PSDB, pois as estatísticas do governo federal colocam a candidata do presidente Lula em situação de vantagem em relação ao nome escolhido pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No primeiro ano do Governo do segundo mandato, o saldo de empregos em Mato Grosso era de 7.344 no governo tucano contra 38.555 do governo petista.

A universitária Taize Celestino Lopes, de 24 anos, conseguiu posto de trabalho em uma grande empresa da Capital em novembro de 2009, depois de atuar por 11 meses como estagiária. Antes disso, trabalhou em outra empresa, mas estava descontente com suas atribuições até deixar a empresa. Agora, contente pela oportunidade de melhoria salarial no novo emprego, a estudante ilustra o perfil de quem estava desempregado e sonhava com um trabalho: a chance de contribuir com o crescimento do país a partir da força de trabalho e melhorar as condições de vida.

“O desemprego não dá só medo, ele aterroriza. Estando empregado, a sensação é de conforto e segurança porque sabemos que temos direitos adquiridos e outros oferecidos pela própria empresa. Sabemos que se um dia for demitida, tenho direitos previstos em lei. A carteira assinada dá segurança para gente que precisa do trabalho para poder sonhar e construir um futuro melhor”, avalia ela, que se forma em administração de empresas no fim do próximo ano.

Os dados do Caged também revelam que no primeiro ano do segundo mandado, o número de admissões do governo Lula (2007) foi 213.078 contra 91.851 do governo FHC (1999), 2,31 vezes mais que o antecessor. No último ano de cada mandato, o governo petista mantém vantagem no saldo de empregos em relação ao governo tucano, relativo ao período de janeiro a setembro de cada ano: foram 146. 842 (2002) e 278.105 (2010).

Termômetro – A geração de empregos formais e a taxa de desemprego são consideradas indicadores que refletem políticas públicas capazes de criar novos postos de trabalho e reduzir os índices que aferem a quantidade de pessoas economicamente ativas fora do mercado.

Somente no primeiro mandato do governo FHC, foi registrado um déficit de mais de um milhão de vagas. No balanço de oito anos do governo tucano, foram criados menos de 800 mil postos de trabalho, fato que revela a ingerência daquele governo tucano em torno de políticas que favorecessem mais emprego e renda e menos desemprego aos trabalhadores brasileiros.

A evolução das taxas de desemprego nas regiões metropolitanas e no Distrito Federal, o Dieese mostra uma recuperação, numa trajetória inversa a partir de 2003 – início do governo Lula – com a estabilização desses incides em patamares mais baixos.

Comparando os dois mandatos de FHC com os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fica evidente a disparidade que existe entre os índices nessa área. As duas administrações são marcadas por grandes contrates: da ausência e da inércia da era FHC, para a gestão pró-ativa com políticas públicas de geração de emprego e renda do governo Lula. Em oito anos de FHC foram gerados cerca de 797 mil novos empregos enquanto no Governo Lula, em sete anos, foram 8,721 milhões, quase 10 vezes mais que o antecessor tucano

A maior prova da gestão eficiente e comprometida com o trabalho do Governo Lula é que a taxa de desemprego registrada em agosto de 2010 foi de 6,9%, a menor já registrada desde o início da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em março de 2002. O resultado é 1,4 ponto percentual menor em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo-se estável em comparação a julho deste ano. Os postos com carteira assinada registraram alta de 7,2% ou 685 mil novos trabalhos criados no mês

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu em setembro a taxa de 77%, de acordo com pesquisa CNI/Ibope divulgada no início deste mês.