Eliene Júnior se recupera sem sequelas neurológicas

Após três meses de internação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) dos hospitais Santa Rosa e Jardim Cuiabá, na Capital, e Beneficência Portuguesa, em São Paulo, o filho do deputado federal, Eliene Lima (PP), Eliene Lima Júnior, 16, voltou a Cuiabá, onde faz fisioterapia e espera recuperação nas duas pernas fraturadas. O adolescente foi atropelado …

06/12/2010 11:48



Após três meses de internação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) dos hospitais Santa Rosa e Jardim Cuiabá, na Capital, e Beneficência Portuguesa, em São Paulo, o filho do deputado federal, Eliene Lima (PP), Eliene Lima Júnior, 16, voltou a Cuiabá, onde faz fisioterapia e espera recuperação nas duas pernas fraturadas.

O adolescente foi atropelado no dia 7 de julho, quando atravessava a Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), no km 28. Na estrada, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, o menino foi arrastado por 50 metros e, à época, o parlamentar chegou a afirmar que o motorista poderia estar a mais de 100 km/h.

Eliene Júnior teve as pernas fraturadas, luxação no ombro e edema cerebral. Primeiramente, o adolescente foi encaminhado para o Pronto-Socorro de Cuiabá, procedimento padrão, e, após ficar internado no Santa Rosa, foi para o Jardim Cuiabá, de onde, devido a uma infecção hospitalar, foi para São Paulo.

Conforme a assessoria do deputado, o adolescente não apresentou nenhuma sequela neurológica e ainda não está andando em função dos pinos localizados nas panturrilhas, que apresentam feridas abertas e tem de esperar a total “colagem” dos ossos.

Além disso, para evitar escaras (feridas graves causadas em pessoas que ficam muito tempo sem movimento), uma fisioterapeuta tem feito acompanhamento de Eliene Júnior com massagens e movimentos.

Ainda de acordo com a assessoria, uma tentativa de encaminhar o adolescente para o Hospital Sarah Kubistchek, em Brasília (DF), referência no tratamento de politraumatizados, foi feita, porém sem resposta positiva.

A alegação é que a unidade hospitalar não recebe pacientes que estiverem com feridades abertas, caso do menino. Apesar disso, com a recuperação dos membros, a ideia é que uma nova tentativa de inserção na instituição seja feita.