Governo Federal financiará projetos voltados para mulheres indígenas de Mato Grosso

Mato Grosso receberá mais de R$ 100 mil reais para financiar projetos nas tribos indígenas Bakairi, Rikbaktsa e Krehãwa. O recurso foi liberado pelo Ministério de Desenvolvimento Econômico Social e Combate à Fome (MDS) para desenvolvimento de ações que beneficiem as mulheres indígenas. Os projetos aprovados contemplam ações que auxiliam na economia das aldeias. Um …

13/12/2010 17:50



Mato Grosso receberá mais de R$ 100 mil reais para financiar projetos nas tribos indígenas Bakairi, Rikbaktsa e Krehãwa. O recurso foi liberado pelo Ministério de Desenvolvimento Econômico Social e Combate à Fome (MDS) para desenvolvimento de ações que beneficiem as mulheres indígenas.

Os projetos aprovados contemplam ações que auxiliam na economia das aldeias. Um deles é voltado para o reflorestamento de buritizais. Em outra tribo será desenvolvido um projeto de horta orgânica, com verduras e legumes cultivados sem o uso de herbicidas.

Em todo País foram selecionados 26 projetos de 10 Estados brasileiros. O MDS quer fortalecer a atuação das mulheres indígenas na promoção da segurança alimentar e nutricional de suas comunidades e a gestão ambiental de suas terras. As ações contribuem com a melhoria da qualidade de vida desses povos.

De acordo com a superintendente de Política para Mulheres da Secretaria de Estado, Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Ana Emília Sotero, em 2011 está previsto a realização de um seminário para discutir o desenvolvimento de projetos para as mulheres indígenas no Estado.

Este ano já aconteceu o XI Encontro Estadual das Mulheres Indígenas em Mato Grosso, que teve como eixo central das discussões a Lei Maria da Penha e o alcoolismo. Mais de 35 etnias indígenas participaram do encontro. “Fico muito satisfeita em perceber que está existindo um fortalecimento das mulheres indígenas. Quando participei do encontro que ocorreu em Tangará da Serra, fiquei muito surpresa e feliz  por perceber a união e a organização das mulheres nas aldeias de Mato Grosso”, disse a superintendente.