Anorexia tem uma taxa de incidência de 0,4%

Pode ser-se extremamente magro, mas não é anoréctico quem quer. O psiquiatra Daniel Sampaio, um dos responsáveis pela consulta de doenças do comportamento alimentar do Hospital de Santa Maria, explica ao jornal Público que “a anorexia é uma doença de base genética”. O emagrecimento “só por si não leva à anorexia nervosa”, é preciso que …

05/01/2011 11:54



Pode ser-se extremamente magro, mas não é anoréctico quem quer. O psiquiatra Daniel Sampaio, um dos responsáveis pela consulta de doenças do comportamento alimentar do Hospital de Santa Maria, explica ao jornal Público que “a anorexia é uma doença de base genética”.
O emagrecimento “só por si não leva à anorexia nervosa”, é preciso que haja uma “vulnerabilidade genética”, disse, em declarações ao jornal.
É possível viver toda a vida sem descobrir essa propensão, mas também pode bastar apenas um acontecimento traumático para que a anorexia nervosa se desencadeie. Com uma reduzida taxa de incidência (0,4%), Daniel Sampaio entende que não fazem falta campanhas de sensibilização: “Falar pode levar a imitações dos comportamentos”, diz.
É, no entanto, necessário “salientar a importância da alimentação saudável e de nunca fazer dieta sem um controlo médico”.
Apesar de reconhecer que a anorexia é invulgar, Maria Adelaide Braga, presidente da Associação de Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos, salienta que “a doença tem continuado a progredir” e “há sempre casos novos e graves”.
Em 2009, a associação fez um estudo em que concluía que em Portugal aparece um novo doente a cada dia que passa.

Pode ser-se extremamente magro, mas não é anoréctico quem quer. O psiquiatra Daniel Sampaio, um dos responsáveis pela consulta de doenças do comportamento alimentar do Hospital de Santa Maria, explica ao jornal Público que “a anorexia é uma doença de base genética”.
O emagrecimento “só por si não leva à anorexia nervosa”, é preciso que haja uma “vulnerabilidade genética”, disse, em declarações ao jornal.
É possível viver toda a vida sem descobrir essa propensão, mas também pode bastar apenas um acontecimento traumático para que a anorexia nervosa se desencadeie. Com uma reduzida taxa de incidência (0,4%), Daniel Sampaio entende que não fazem falta campanhas de sensibilização: “Falar pode levar a imitações dos comportamentos”, diz.
É, no entanto, necessário “salientar a importância da alimentação saudável e de nunca fazer dieta sem um controlo médico”.
Apesar de reconhecer que a anorexia é invulgar, Maria Adelaide Braga, presidente da Associação de Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos, salienta que “a doença tem continuado a progredir” e “há sempre casos novos e graves”.
Em 2009, a associação fez um estudo em que concluía que em Portugal aparece um novo doente a cada dia que passa.