Novo estudo mostra que a proteína de soja diminui mais o colesterol do que a proteína de leite

A capacidade da proteína de soja de diminuir tanto o colesterol total quanto o LDL (o “colesterol ruim”) já foi amplamente estudada, mas o mecanismo por meio do qual a proteína da soja reduz o colesterol ainda não foi totalmente detalhado. Um novo estudo publicado no Jornal of Clinical Lipidology do último mês mostrou que …

05/01/2011 10:10



A capacidade da proteína de soja de diminuir tanto o colesterol total quanto o LDL (o “colesterol ruim”) já foi amplamente estudada, mas o mecanismo por meio do qual a proteína da soja reduz o colesterol ainda não foi totalmente detalhado. Um novo estudo publicado no Jornal of Clinical Lipidology do último mês mostrou que a proteína da soja apresentou melhor resultado na redução do colesterol total e colesterol não-HDL que a proteína do leite em pacientes com níveis de colesterol moderadamente elevados.
“O colesterol não-HDL tem se mostrado como um preditor de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade mais frequente que o colesterol LDL em estudos com a população (populacionais)”, disse a Dra. Elaine Krul, co-autora do estudo e líder de Nutrição e Ciência da Solae. “O fato de nesse estudo a proteína da soja ter reduzido significativamente os níveis de colesterol não-HDL quando comparada à proteína do leite é algo muito promissor.”
Este estudo randômico, controlado, feito com dois testes paralelos, avaliou os efeitos de uma fração insolúvel da proteína de soja, comparada com as proteínas do leite integral com elevado teor de cálcio, em relação ao perfil lipídico em jejum. Também avaliou as potenciais contribuições do aumento da excreção de ácidos biliares e esteróis neutros quanto a seus efeitos de alteração de lipídios.
“Os resultados deste estudo também mostraram que a proteína de soja reduziu o colesterol não-HDL por meio de um mecanismo que não envolve o aumento da excreção de ácidos biliares, mas por algum outro mecanismo, que ainda precisa ser determinado”, disse o Dr. Kevin Maki, principal autor do estudo. “No entanto, estes resultados sustentam a alegação de que a proteína da soja faz bem à saúde do coração.”
A alegação de saúde aprovada pelo FDA – Food and Drug Administration, aprovada em 1999, afirma que “25 gramas de proteína de soja por dia, como parte de uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol, pode reduzir o risco de doença cardíaca”. Em 2005, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também validou a alegação de saúde que diz que 25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol. Além dos EUA e Brasil, 10 outros países têm alegações de saúde aprovadas para a proteína de soja. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e hábitos saudáveis de vida.
A proteína de soja da Solae usada neste estudo foi uma fração relativamente insolúvel de proteína isolada de soja que comprovadamente reduziu o colesterol plasmático e aumentou a excreção fecal de ácidos biliares em animais. Os níveis de isoflavonas na proteína de soja foram menores do que o conteúdo tipicamente encontrado nas proteínas isoladas de soja disponíveis comercialmente, sustentando ainda mais o conceito de que as isoflavonas não desempenham um papel na redução do colesterol. O grupo que recebeu suplementos de proteínas do leite também mostrou uma modesta redução do colesterol.

A capacidade da proteína de soja de diminuir tanto o colesterol total quanto o LDL (o “colesterol ruim”) já foi amplamente estudada, mas o mecanismo por meio do qual a proteína da soja reduz o colesterol ainda não foi totalmente detalhado. Um novo estudo publicado no Jornal of Clinical Lipidology do último mês mostrou que a proteína da soja apresentou melhor resultado na redução do colesterol total e colesterol não-HDL que a proteína do leite em pacientes com níveis de colesterol moderadamente elevados.
“O colesterol não-HDL tem se mostrado como um preditor de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade mais frequente que o colesterol LDL em estudos com a população (populacionais)”, disse a Dra. Elaine Krul, co-autora do estudo e líder de Nutrição e Ciência da Solae. “O fato de nesse estudo a proteína da soja ter reduzido significativamente os níveis de colesterol não-HDL quando comparada à proteína do leite é algo muito promissor.”
Este estudo randômico, controlado, feito com dois testes paralelos, avaliou os efeitos de uma fração insolúvel da proteína de soja, comparada com as proteínas do leite integral com elevado teor de cálcio, em relação ao perfil lipídico em jejum. Também avaliou as potenciais contribuições do aumento da excreção de ácidos biliares e esteróis neutros quanto a seus efeitos de alteração de lipídios.
“Os resultados deste estudo também mostraram que a proteína de soja reduziu o colesterol não-HDL por meio de um mecanismo que não envolve o aumento da excreção de ácidos biliares, mas por algum outro mecanismo, que ainda precisa ser determinado”, disse o Dr. Kevin Maki, principal autor do estudo. “No entanto, estes resultados sustentam a alegação de que a proteína da soja faz bem à saúde do coração.”
A alegação de saúde aprovada pelo FDA – Food and Drug Administration, aprovada em 1999, afirma que “25 gramas de proteína de soja por dia, como parte de uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol, pode reduzir o risco de doença cardíaca”. Em 2005, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também validou a alegação de saúde que diz que 25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol. Além dos EUA e Brasil, 10 outros países têm alegações de saúde aprovadas para a proteína de soja. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e hábitos saudáveis de vida.
A proteína de soja da Solae usada neste estudo foi uma fração relativamente insolúvel de proteína isolada de soja que comprovadamente reduziu o colesterol plasmático e aumentou a excreção fecal de ácidos biliares em animais. Os níveis de isoflavonas na proteína de soja foram menores do que o conteúdo tipicamente encontrado nas proteínas isoladas de soja disponíveis comercialmente, sustentando ainda mais o conceito de que as isoflavonas não desempenham um papel na redução do colesterol. O grupo que recebeu suplementos de proteínas do leite também mostrou uma modesta redução do colesterol.