Brasileiros criam novo método para detectar tuberculose

Nona causa de ingresso hospitalar e quarta em mortalidade por enfermidades infecciosas, a tuberculose vem aumentando no país. Para melhorar o diagnóstico da doença, a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolveu o sistema Neural …

18/01/2011 09:36



Nona causa de ingresso hospitalar e quarta em mortalidade por enfermidades infecciosas, a tuberculose vem aumentando no país. Para melhorar o diagnóstico da doença, a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolveu o sistema Neural TB para diagnóstico precoce e acompanhamento da doença.
O projeto piloto tem apoio do Programa Nacional de Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde e está sendo implantado em dez unidades de saúde do Rio e em outros cinco municípios. O programa roda em um netbook e consiste em um questionário minucioso que, preenchido, dará ao profissional de saúde a informação sobre a probabilidade do paciente ter tuberculose – e orientações para acompanhá-lo.
Um dos responsáveis pelo sistema, José Manuel Seixas, diz que “os médicos tradicionais de detecção ou são caros ou lentos”.
– A baciloscopia é rápida, mas só acerta 60% dos casos. Já a cultura do escarro, que tem acerto superior a 80%, leva 40 dias.

Nona causa de ingresso hospitalar e quarta em mortalidade por enfermidades infecciosas, a tuberculose vem aumentando no país. Para melhorar o diagnóstico da doença, a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia) em parceria com a Faculdade de Medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolveu o sistema Neural TB para diagnóstico precoce e acompanhamento da doença.
O projeto piloto tem apoio do Programa Nacional de Controle de Tuberculose do Ministério da Saúde e está sendo implantado em dez unidades de saúde do Rio e em outros cinco municípios. O programa roda em um netbook e consiste em um questionário minucioso que, preenchido, dará ao profissional de saúde a informação sobre a probabilidade do paciente ter tuberculose – e orientações para acompanhá-lo.
Um dos responsáveis pelo sistema, José Manuel Seixas, diz que “os médicos tradicionais de detecção ou são caros ou lentos”.
– A baciloscopia é rápida, mas só acerta 60% dos casos. Já a cultura do escarro, que tem acerto superior a 80%, leva 40 dias.