União Europeia defende ampliação rápida de fundo contra crise

O comissário para Assuntos Econômicos da UE (União Europeia), Olli Rehn, defendeu uma ampliação rápida do fundo de ajuda financeira contra crises, em uma entrevista ao jornal alemão Die Welt. – Devemos chegar a um acordo o mais rápido possível sobre as medidas comuns, quanto antes isto for feito será melhor. Ele diz que a …

24/01/2011 09:23



O comissário para Assuntos Econômicos da UE (União Europeia), Olli Rehn, defendeu uma ampliação rápida do fundo de ajuda financeira contra crises, em uma entrevista ao jornal alemão Die Welt.
– Devemos chegar a um acordo o mais rápido possível sobre as medidas comuns, quanto antes isto for feito será melhor.
Ele diz que a relativa calma vista nos mercados nas últimas semanas dá um certo alívio, mas isso não pode ser motivo para descuido.
– É preciso agir agora, com toda determinação.
O comissário fez referência indireta à Alemanha – o governo alemão, principal contribuinte financeiro da UE, afirma não ver nenhuma razão para aumentar os recursos do fundo, que já beneficiou a Irlanda.

– Devemos chegar a um acordo o mais rápido possível sobre as medidas comuns, quanto antes isto for feito será melhor.
Ele diz que a relativa calma vista nos mercados nas últimas semanas dá um certo alívio, mas isso não pode ser motivo para descuido.
– É preciso agir agora, com toda determinação.
O comissário fez referência indireta à Alemanha – o governo alemão, principal contribuinte financeiro da UE, afirma não ver nenhuma razão para aumentar os recursos do fundo, que já beneficiou a Irlanda.

A crise financeira mundial que teve início nos Estados Unidos e atingiu o auge em setembro de 2008 agravou os problemas financeiros de alguns países da Europa como Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha.

Com o objetivo de diminuir os impactos da crise sobre suas economias, esses países ajudaram os setores mais críticos com pacotes bilionários, que evitariam perdas de empregos e atenuariam os efeitos negativos das turbulências no setor financeiro. Com tantos pacotes de ajuda, a arrecadação destes governos diminuiu e eles ficaram mais endividados.