Mato Grosso vacina contra febre aftosa

Os produtores de Mato Grosso localizados na zona de fronteira com a Bolívia deverão imunizar os animais até 12 meses de idade contra a febre aftosa, a partir desta terça-feira, 1° de fevereiro. A expectativa do Ministério da Agricultura é vacinar 100 mil animais nesta primeira etapa da campanha de 2011. “A ação nesse local …

30/01/2011 11:21



Os produtores de Mato Grosso localizados na zona de fronteira com a Bolívia deverão imunizar os animais até 12 meses de idade contra a febre aftosa, a partir desta terça-feira, 1° de fevereiro. A expectativa do Ministério da Agricultura é vacinar 100 mil animais nesta primeira etapa da campanha de 2011. “A ação nesse local é importante para mantermos o status de zona livre de febre aftosa com vacinação, cuidando para que esses animais jovens, considerados mais suscetíveis à doença, estejam devidamente imunizados“, informa a responsável pelo Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa na Superintendência Federal de Agricultura no Mato Grosso, Ângela Vieira.
O lançamento oficial da campanha será nesta segunda-feira, 31 de janeiro, no município de Cáceres. Na ocasião, técnicos do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) vão definir a estratégia de vacinação nas cerca de 600 propriedades localizadas em 15 km de fronteira com a Bolívia. Participam da campanha os municípios de Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade e Cáceres.
Em fevereiro de 2010, os produtores imunizaram 100% dos animais abaixo de um ano. Essa é uma vacinação oficial, realizada nas regiões de maior risco para a doença. A ação conta com o trabalho dos técnicos do órgão estadual e é supervisionada pelos fiscais da Superintendência Federal de Agricultura no Estado.
Além das propriedades matogrossenses localizadas na zona de fronteira com a Bolívia, durante o ano, participam da campanha as fazendas da Zona de Alta Vigilância (ZAV) de Mato Grosso do Sul, os 12 municípios da Calha do Rio Amazonas, o Amapá e as terras indígenas Raposa Serra do Sol e São Marcos, em Roraima.
Os produtores devem aplicar a dose da vacina até o dia 28 de fevereiro. O prazo para entrega da declaração nas unidades locais das regionais de Cáceres e Pontes e Lacerda é até 10 de março.
O estado de Mato Grosso destaca-se, na área animal, na produção de carne bovina. Na área vegetal, é reconhecido como produtor de soja, milho e algodão.
Classificação
Em dezembro de 2010, o Ministério da Agricultura reconheceu 15 municípios da Bahia e de Tocantins e parte de três municípios do Amazonas e Rondônia como livres de febre aftosa com vacinação.
Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (World Organisation for Animal Health – OIE) como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status, a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas. O estado de Santa Catarina é reconhecido pela OIE como livre da doença sem vacinação. Em risco médio estão Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco estão Roraima, Amapá e as demais áreas do estado do Amazonas.

Os produtores de Mato Grosso localizados na zona de fronteira com a Bolívia deverão imunizar os animais até 12 meses de idade contra a febre aftosa, a partir desta terça-feira, 1° de fevereiro. A expectativa do Ministério da Agricultura é vacinar 100 mil animais nesta primeira etapa da campanha de 2011. “A ação nesse local é importante para mantermos o status de zona livre de febre aftosa com vacinação, cuidando para que esses animais jovens, considerados mais suscetíveis à doença, estejam devidamente imunizados“, informa a responsável pelo Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa na Superintendência Federal de Agricultura no Mato Grosso, Ângela Vieira.
O lançamento oficial da campanha será nesta segunda-feira, 31 de janeiro, no município de Cáceres. Na ocasião, técnicos do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) vão definir a estratégia de vacinação nas cerca de 600 propriedades localizadas em 15 km de fronteira com a Bolívia. Participam da campanha os municípios de Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade e Cáceres.
Em fevereiro de 2010, os produtores imunizaram 100% dos animais abaixo de um ano. Essa é uma vacinação oficial, realizada nas regiões de maior risco para a doença. A ação conta com o trabalho dos técnicos do órgão estadual e é supervisionada pelos fiscais da Superintendência Federal de Agricultura no Estado.
Além das propriedades matogrossenses localizadas na zona de fronteira com a Bolívia, durante o ano, participam da campanha as fazendas da Zona de Alta Vigilância (ZAV) de Mato Grosso do Sul, os 12 municípios da Calha do Rio Amazonas, o Amapá e as terras indígenas Raposa Serra do Sol e São Marcos, em Roraima.
Os produtores devem aplicar a dose da vacina até o dia 28 de fevereiro. O prazo para entrega da declaração nas unidades locais das regionais de Cáceres e Pontes e Lacerda é até 10 de março.
O estado de Mato Grosso destaca-se, na área animal, na produção de carne bovina. Na área vegetal, é reconhecido como produtor de soja, milho e algodão.
Classificação
Em dezembro de 2010, o Ministério da Agricultura reconheceu 15 municípios da Bahia e de Tocantins e parte de três municípios do Amazonas e Rondônia como livres de febre aftosa com vacinação.
Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (World Organisation for Animal Health – OIE) como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status, a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas. O estado de Santa Catarina é reconhecido pela OIE como livre da doença sem vacinação. Em risco médio estão Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco estão Roraima, Amapá e as demais áreas do estado do Amazonas.