Governo mantém modelo de gestão e não amplia quantidade de cargos em comissão

O Governo do Estado de Mato Grosso instituiu recentemente a reforma administrativa do Poder Executivo estadual que trata da criação, reestruturação e extinção dos órgãos estaduais.  “A reforma administrativa não ampliou despesas com pessoal, essa foi a regra básica que serviu, inclusive, de modelo para outras administrações. Portanto, embora tenhamos criado novas pastas, procuramos adequar ao …

18/02/2011 13:20



O Governo do Estado de Mato Grosso instituiu recentemente a reforma administrativa do Poder Executivo estadual que trata da criação, reestruturação e extinção dos órgãos estaduais.  “A reforma administrativa não ampliou despesas com pessoal, essa foi a regra básica que serviu, inclusive, de modelo para outras administrações. Portanto, embora tenhamos criado novas pastas, procuramos adequar ao orçamento global para custeio da máquina pública”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, responsável pela reestruturação do Governo.

Moraes ressaltou ainda que não será permitido o inchaço da máquina pública. “O que está acontecendo é a redução de despesa de custeio”, disse, informando ainda que é impossível atender todas às demandas que chegam e não há mais espaço para grandes alterações. “Qualquer nova nomeação tem que vir acompanhada de quem se vai exonerar, pois não temos como fazer mágica”, declarou.

O secretário alertou também para o fato de o Estado estar alinhado com a nova realidade macroeconômica brasileira e de seguir o exemplo do Govereno Federal, contingenciando e até mesmo fazendo cortes no orçamento, se necessário for, para a manutenção do equilíbrio fiscal. Eder Moraes disse também que a adoção de austeridade adminstrativa e controles apurados na ponta de execução serão instrumentos constantes de gestão.

ATENÇÃO ESPECIAL

Para o secretário Eder Moraes, assuntos como gestão previdenciária do Estado, coordenação de trabalhos de recuperação da dívida ativa, criação da central de projetos na Casa Civil, equacionação da carga tributária estadual, modernização institucional, captação de recursos para investimentos e reestruturação das dívidas de Mato Grosso irão merecer toda a atenção do Executivo estadual.