Brasil deve ter inflação e juros maiores em 2011

A inflação e os juros devem ficar ainda maiores neste ano. A previsão de economistas e de outros analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central é de que o aumento de preços dos bens e serviços no país encerre o ano em 6,37%. A previsão anterior era de 6,34%. Já a Selic (taxa básica de …

02/05/2011 12:17



A inflação e os juros devem ficar ainda maiores neste ano. A previsão de economistas e de outros analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central é de que o aumento de preços dos bens e serviços no país encerre o ano em 6,37%. A previsão anterior era de 6,34%. Já a Selic (taxa básica de juros) passou de 12,25% para 12,5%.
Os números fazem parte do boletim semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira (2).
A expectativa para a inflação oficial neste ano subiu para um patamar ainda mais distante do centro da meta de inflação, que é de 4,5%.
Significa dizer que, nos 12 meses entre janeiro e dezembro, os preços de bens e serviços não podem aumentar mais do que isso. Essa meta tem uma margem de segurança que vai de 2,5% a 6,5%. Acontece que, nos 12 meses encerrados em março, a inflação já acumula 6,3% – ou seja, quase estourando o limite máximo previsto.
Para o ano que vem, os analistas mantiveram a projeção para a inflação em 2012 em 5%.
De acordo com a pesquisa Focus, os analistas também aumentaram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011, de 12,25% para 12,5% ao ano. Atualmente, a taxa está em 12% ao ano. A projeção para a Selic no fim de 2012 passou de 11,75% para 12% ao ano.

A inflação e os juros devem ficar ainda maiores neste ano. A previsão de economistas e de outros analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central é de que o aumento de preços dos bens e serviços no país encerre o ano em 6,37%. A previsão anterior era de 6,34%. Já a Selic (taxa básica de juros) passou de 12,25% para 12,5%.
Os números fazem parte do boletim semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira (2).
A expectativa para a inflação oficial neste ano subiu para um patamar ainda mais distante do centro da meta de inflação, que é de 4,5%.
Significa dizer que, nos 12 meses entre janeiro e dezembro, os preços de bens e serviços não podem aumentar mais do que isso. Essa meta tem uma margem de segurança que vai de 2,5% a 6,5%. Acontece que, nos 12 meses encerrados em março, a inflação já acumula 6,3% – ou seja, quase estourando o limite máximo previsto.
Para o ano que vem, os analistas mantiveram a projeção para a inflação em 2012 em 5%.
De acordo com a pesquisa Focus, os analistas também aumentaram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011, de 12,25% para 12,5% ao ano. Atualmente, a taxa está em 12% ao ano. A projeção para a Selic no fim de 2012 passou de 11,75% para 12% ao ano.

O mercado financeiro manteve a projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas no país) em 2011, em 4%, segundo o boletim Focus. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia avançou de 4,21% para 4,25%.

Para o mercado de câmbio, os analistas preveem que o dólar encerre 2011 em R$ 1,62, valor inferior ao estimado na semana anterior, de R$ 1,65. A projeção do câmbio médio no decorrer de 2011 passou de R$ 1,62 para R$ 1,61. Para o fim de 2012, a previsão para o câmbio permaneceu em R$ 1,70.

Fonte:R7