Trabalhos de perfuração de fosfato em Mato Grosso começam nesta segunda-feira

Os primeiros 2.000 metros de sondagens da área fosfática de Mirassol D’Oeste começam ser perfurados na segunda-feira (16.05). As amostras serão para análise uma vez que a empresa GM4 (Grupo Oportunit) quer encontrar as áreas de maior concentração do minério para viabilidade econômica. O anúncio foi feito pelo diretor Washington Rydz Rebouças Santana, da empresa …

14/05/2011 16:14



Os primeiros 2.000 metros de sondagens da área fosfática de Mirassol D’Oeste começam ser perfurados na segunda-feira (16.05). As amostras serão para análise uma vez que a empresa GM4 (Grupo Oportunit) quer encontrar as áreas de maior concentração do minério para viabilidade econômica. O anúncio foi feito pelo diretor Washington Rydz Rebouças Santana, da empresa Bemisa Brasil Exploração Mineral S.A, que integra o Grupo GM4, ao secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, na manhã desta sexta-feira (13).
“Sabemos que esse projeto de exploração do minério de fosfato é viável, só queremos encontrar na área mineralizada o bloco de maior concentração”, afirmou Washington durante a visita.
Depois da análise e levantamento da concentração, prazo estimado em um ou dois anos, será desenvolvida as ações para a exploração. “O Brasil importa 50% de fosfato e o Centro Oeste é o maior consumidor. Temos consciência da importância que o fosfato representa para Mato Grosso e para o Brasil. Nosso objetivo é contribuir para que o Brasil segure divisas, importando menos e fazendo a agricultura de Mato Grosso mais competitiva”, revelou Washington.
Para o secretário Pedro Nadaf, “Mato Grosso encerra uma fase importante, que foi a descoberta do fósforo, e em médio prazo iniciará uma verdadeira revolução nos custos da produção agrícola, o que o tornará mais competitivo nos mercados nacional e internacional”.
O Projeto Jauru Fosfato, assim denominado pela empresa, está entre os prioritários hoje executados pelo Grupo no país. Segundo Washington, o orçamento já está aprovado. “São U$ 35 milhões para desenvolver os 5 projetos. Representa 42 mil metros de sondagens em execução”.
A sondagem de 2.000 metros de profundidade corresponde a aproximadamente 25 furos. Após detectadas as reservas, começará a etapa de viabilidade do processo tecnológico para aproveitamento da rocha fosfática. No total serão 5.000 metros de perfuração (já estão aprovadas), sendo que os outros 3.000 metros deverão ser perfurados no segundo semestre deste ano.
PROSPECÇÃO – Durante a visita dos representantes do Grupo, o secretário Pedro Nadaf apresentou o trabalho de planejamento que está sendo desenvolvido pela Sicme de logística de transporte para escoamento da produção agrícola e mineral de Mato Grosso.
João Justino, presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Elio Rasia, secretário-adjunto da Sicme, o geólogo Gercino Domingos da Silva acompanharam a visita.
Os primeiros 2.000 metros de sondagens da área fosfática de Mirassol D’Oeste começam ser perfurados na segunda-feira (16.05). As amostras serão para análise uma vez que a empresa GM4 (Grupo Oportunit) quer encontrar as áreas de maior concentração do minério para viabilidade econômica. O anúncio foi feito pelo diretor Washington Rydz Rebouças Santana, da empresa Bemisa Brasil Exploração Mineral S.A, que integra o Grupo GM4, ao secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, na manhã desta sexta-feira (13).
“Sabemos que esse projeto de exploração do minério de fosfato é viável, só queremos encontrar na área mineralizada o bloco de maior concentração”, afirmou Washington durante a visita.
Depois da análise e levantamento da concentração, prazo estimado em um ou dois anos, será desenvolvida as ações para a exploração. “O Brasil importa 50% de fosfato e o Centro Oeste é o maior consumidor. Temos consciência da importância que o fosfato representa para Mato Grosso e para o Brasil. Nosso objetivo é contribuir para que o Brasil segure divisas, importando menos e fazendo a agricultura de Mato Grosso mais competitiva”, revelou Washington.
Para o secretário Pedro Nadaf, “Mato Grosso encerra uma fase importante, que foi a descoberta do fósforo, e em médio prazo iniciará uma verdadeira revolução nos custos da produção agrícola, o que o tornará mais competitivo nos mercados nacional e internacional”.
O Projeto Jauru Fosfato, assim denominado pela empresa, está entre os prioritários hoje executados pelo Grupo no país. Segundo Washington, o orçamento já está aprovado. “São U$ 35 milhões para desenvolver os 5 projetos. Representa 42 mil metros de sondagens em execução”.
A sondagem de 2.000 metros de profundidade corresponde a aproximadamente 25 furos. Após detectadas as reservas, começará a etapa de viabilidade do processo tecnológico para aproveitamento da rocha fosfática. No total serão 5.000 metros de perfuração (já estão aprovadas), sendo que os outros 3.000 metros deverão ser perfurados no segundo semestre deste ano.
PROSPECÇÃO – Durante a visita dos representantes do Grupo, o secretário Pedro Nadaf apresentou o trabalho de planejamento que está sendo desenvolvido pela Sicme de logística de transporte para escoamento da produção agrícola e mineral de Mato Grosso.
João Justino, presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Elio Rasia, secretário-adjunto da Sicme, o geólogo Gercino Domingos da Silva acompanharam a visita.
Fonte: Secom