ESALQ é parceira do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica

Criado em 2009, já possui mais de 172 instituições comprometidas, entre elas organizações públicas e não governamentais, empresas privadas e universidades, como a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ). De acordo com Ricardo Rodrigues Ribeiro, coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Técnico-Científico do Pacto e professor do Departamento de Ciências Biológicas (LCB), a …

06/08/2011 10:05



Criado em 2009, já possui mais de 172 instituições comprometidas, entre elas organizações públicas e não governamentais, empresas privadas e universidades, como a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).

De acordo com Ricardo Rodrigues Ribeiro, coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Técnico-Científico do Pacto e professor do Departamento de Ciências Biológicas (LCB), a ideia do pacto surgiu quando os pesquisadores perceberam que muitas restaurações não obtinham sucesso. “As causas do insucesso na restauração de uma área normalmente são técnicas, problemas de organização e de gestão. Por isso, criamos um grupo para padronizar e potencializar essas ações”, explica o professor. O movimento realiza vários cursos e palestras pelo País orientando a implantação dos projetos. A partir daí, vários grupos começaram a seguir essa orientações nos processos de restauração e o pacto cresceu consideravelmente.

Para padronizar a questão técnica nas áreas de restauração, afim de que todos os projetos tivessem o mínimo de aspectos técnicos atendidos, o movimento publicou o livro “Pacto pela Restauração da Mata Atlântica – Referencial dos Conceitos e Ações de Restauração Florestal”, reunindo princípios, critérios e indicadores que devem ser utilizados nas ações dos membros do programa. O livro foi escrito no Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF) da ESALQ que, segundo o professor, tem, no pacto, a função de abordar a parte técnica. “A Escola se tornou um referencial na área de restauração”, afirma. “A maioria dos autores do livro e dos documentos é esalqueana”, completa.

Outro aspecto do programa era saber se os parceiros estavam seguindo corretamente as orientações do pacto. “Para monitorar essas ações isso foi criado o “Protocolo de Monitoramento de Projetos e Programas de Restauração Florestal”, com o objetivo de avaliar se as instruções que foram passadas estão sendo seguidas corretamente.O monitoramento já começou e várias empresas já aplicaram esse pacote.

O documento de monitoramento, assim como o livro, estão disponíveis integralmente no site do programa www.pactomataatlantica.org.br.

Fonte: Portal do Agronegocio