Análise de Mercado – 18 de Novembro de 2011

O presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul, Valdecir Folador, lembra que tradicionalmente o preço do quilo vivo sobe de 30% a 40% no final do ano, a partir de setembro. “Em 2011, isso ainda não aconteceu, mas esperamos que haja reação nas próximas semanas”, diz o dirigente. Ele reconhece, …

18/11/2011 10:35



O presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul, Valdecir Folador, lembra que tradicionalmente o preço do quilo vivo sobe de 30% a 40% no final do ano, a partir de setembro. “Em 2011, isso ainda não aconteceu, mas esperamos que haja reação nas próximas semanas”, diz o dirigente. Ele reconhece, porém, que o mercado doméstico esteve bom para a carne suína ao longo do ano, o que representa uma condição diversa da de anos anteriores. (Correio do Povo)

  • GO R$3,00
  • MG R$3,10
  • SP R$2,93
  • RS R$2,50
  • SC R$2,40
  • PR R$2,41
  • MS R$2,35
  • MT R$2,45

Frango vivo

Açúcar refinado, soja em grão, café em grão, açúcar bruto e cortes de frango foram os cinco principais produtos exportados pelas cooperativas brasileiras nos 10 primeiros meses de 2011 e, juntos, responderam por 63,16% da receita cambial de US$5,141 bilhões gerada pelo setor nesse período.

Isoladamente, os cortes de frango responderam por quase 9% dessa receita. Mas quando a ele se somam a carne de frango salgada (10º lugar na pauta exportadora das cooperativas), os industrializados de frango (14º), o frango inteiro (16º) e outros dois tipos de industrializados (na 35ª e 60ª colocações), a representatividade do frango no total exportado sobe para 12,46% e atinge valor (quase US$639 milhões) que coloca o produto atrás apenas do açúcar e da soja exportados pelas cooperativas.

Feitas as contas, o volume proveniente das cooperativas correspondeu a pouco mais de 8% das exportações totais brasileiras de carne de frango, mas gerou receita equivalente a 9,5% do total. Este desempenho é devido ao fato de o frango inteiro (segundo principal item exportado pelo Brasil, mas, também, o de menor agregação de valor) ser apenas o quarto item avícola na pauta das cooperativas.

Uma ressalva importante: uma vez que, da relação da SECEX/MDIC, constam apenas os 100 principais produtos exportados pelas cooperativas, é certo que os resultados de suas exportações de frango são superiores aos apontados na tabela abaixo. (Avisite)

  • SP R$2,10
  • CE R$2,45
  • MG R$2,25
  • GO R$1,90
  • MS R$1,90
  • PR R$1,95
  • SC R$1,95
  • RS R$1,90

Ovos

Sem alterações nos preços e com as vendas mais calmas devido ao período do mês, o mercado tem pela frente muita pressão dos compradores.

Do outro lado da linha, os produtores lutam contra os altos custos de produção que vem sufocando há mais de um ano.

Como já dissemos, o momento é de cautela devido a aproximação de um período muito forte nas vendas. (Com Informações do Mercado do Ovo)

Ovos brancos

  • SP R$43,00
  • RJ R$47,50
  • MG R$50,00

Ovos vermelhos

  • MG R$53,00
  • RJ R$50,50
  • SP R$46,00

Boi gordo

A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 108,03, com a variação em relação ao dia anterior de 0,20%.  A variação registrada no mês de Novembro é de 6,60%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).

O valor da arroba em dólar fechou ontem cotado a US$ 60,69.

Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo – base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.

Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.

A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F. (Jornalismo Integrado – Assessoria de Comunicação)

  • Triangulo MG R$95,00
  • Goiânia GO R$97,00
  • Dourados MS R$98,00
  • C. Grande MS R$98,00
  • Três Lagoas MS R$98,00
  • Cuiabá MT R$92,50
  • Marabá PA R$95,00
  • Belo Horiz. MG R$92,00

Soja

A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 47,97. O mercado apresentou uma variação de -0,54% em relação ao dia anterior. O mês de Novembro apresenta uma variação de -2,50%.

O valor da saca em dólar fechou ontem cotado a US$ 26,95. (Jornalismo Integrado – Assessoria de Comunicação).

Físico – saca 60Kg – livre ao produtor

  • R. Grande do Sul (média estadual) R$46,50
  • Goiás – GO (média estadual) R$42,00
  • Mato Grosso (média estadual) R$40,50
  • Paraná (média estadual) R$47,97
  • São Paulo (média estadual) R$46,00
  • Santa Catarina (média estadual) R$45,50
  • M. Grosso do Sul (média estadual) R$43,50
  • Minas Gerais (média estadual) R$46,50

Milho

A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 30,17 a saca. O mercado apresentou uma variação de -1,66% em relação ao dia anterior e de -2,93% no acumulado do mês de Novembro.

O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 16,95.

O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais. (Jornalismo Integrado – Assessoria de Comunicação)

Físico – saca 60Kg – livre ao produtor

  • Goiás (média estadual) R$24,00
  • Minas Gerais (média estadual) R$27,00
  • Mato Grosso (média estadual) R$20,50
  • M. Grosso Sul (média estadual) R$24,00
  • Paraná (média estadual) R$26,00
  • São Paulo (média estadual) R$30,17
  • Rio G. do Sul (média estadual) R$31,00
  • Santa Catarina (média estadual) R$29,00

Fonte:Portaldoagronegocio