”Cuca Fresca” – Senador Raimundo Lira torna-se alvo de falácias

Acusado de inverdades por ativistas do pró-governo, o senador Raimundo Lira, presidente da Comissão do impeachment no Senado, reage de forma tranquila. O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da Comissão Especial de Impeachment, se defendeu de denúncias de que ele teria feito uma doação em espécie de R$400 mil à chapa na qual concorria como suplente no …

03/05/2016 12:35



Acusado de inverdades por ativistas do pró-governo, o senador Raimundo Lira, presidente da Comissão do impeachment no Senado, reage de forma tranquila.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da Comissão Especial de Impeachment, se defendeu de denúncias de que ele teria feito uma doação em espécie de R$400 mil à chapa na qual concorria como suplente no Senado, com recursos que não teriam sido declarados à Receita Federal.

“É o preço que estou pagando por sentar nesta cadeira neste momento”, disse ele, e com razão. A fofoca foi difundida por simpatizantes do governo e políticos do PT, contrários ao impeachment, cuja estratégia principal é desqualificar a comissão presidida por Lira.

A alegação é de que havia “incompatibilidade” de seus recursos com a doação. Empresário de sucesso, Lira afirmou que paga cerca de R$525 mil mensais Imposto de Renda de pessoa física. “Eu não doei nem 0,10% do que eu tinha quando eu fiz essa doação”, disse.

Raimundo Lira também explicou que as transferências bancárias referentes às doações foram feitas com cheques cruzados nominais. Além disso, segundo o senador, não há a obrigatoriedade de declarar as aplicações em bancos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por uma questão de segurança. As aplicações, disse, estão declaradas à Receita.

O senador alegou, ainda, que suas contas de campanha já foram julgadas e que não se constataram irregularidades.

 

Da Redação com informações do Diário do Poder