Ministros de Temer são ”bombas relógios

Equipe formada por ”amigos mais próximos”, fazem dos ministros de Temer verdadeiras ”bombas relógio”. Agora, Geddel e Henrique Alves poderão ser os próximos a cair. A crise de Romero Jucá fez o presidente Michel Temer pagar o preço de acolher políticos citados e/ou investigados. A ficha caiu tardiamente, e ontem, temeroso, mandou conferir a situação …

25/05/2016 03:06



Equipe formada por ”amigos mais próximos”, fazem dos ministros de Temer verdadeiras ”bombas relógio”. Agora, Geddel e Henrique Alves poderão ser os próximos a cair.

A crise de Romero Jucá fez o presidente Michel Temer pagar o preço de acolher políticos citados e/ou investigados. A ficha caiu tardiamente, e ontem, temeroso, mandou conferir a situação de Henrique Alves. Era ministro do Turismo de Dilma, já com o foro privilegiado que o protegia do juiz Sérgio Moro, mas se demitiu com o objetivo de se credenciar junto a Temer e ganhar a recondução ao cargo. E ao foro privilegiado.

Há dois pedidos de inquérito contra Henrique Alves, inclusive pela tentativa de interferir em tribunais de contas pela empreiteira OAS.

Temer chamou amigos “complicados” porque estavam perto em seus piores momentos, mas eles ajudariam mais declinando do convite. Agora, tais ministros de Temer podem abalar seu governo.

Delatado por Léo Pinheiro (OAS), o ministro Geddel Lima (Governo) abomina a discrição. Até participou de coletiva no “day after” da crise.

A presença dos ministros Geddel e Dyogo Oliveira (Planejamento), na coletiva, serviu só para lembrar que eles também são investigados.

 

Da Redação com informação do colunista Cláudio Humberto.