O retorno da confiança

O crescimento da confiança no país já deu sinal de crescimento em alguns setores como comércio e construção. No comércio tem seu maior nível em maio, diz FGV Construção O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou melhora em maio diante da alta das expectativas e atingiu o melhor resultado desde o fim de 2015, …

25/05/2016 10:01



O crescimento da confiança no país já deu sinal de crescimento em alguns setores como comércio e construção. No comércio tem seu maior nível em maio, diz FGV

Construção

O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou melhora em maio diante da alta das expectativas e atingiu o melhor resultado desde o fim de 2015, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (25) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O ICST subiu 2,1 pontos em comparação com abril e atingiu 69,1 pontos, maior nível desde dezembro de 2015 (69,4 pontos).

O Índice de Expectativas teve alta de 5,7 pontos e foi a 77,9 pontos, o maior nível desde junho de 2015 (78,1 pontos). O Índice da Situação Atual perdeu 1,5 ponto e foi a 60,9 pontos, renovando a mínima histórica.

Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC-M), informou ainda a FGV, desacelerou a alta a 0,19% em maio, contra avanço de 0,41% em abril.

Comércio

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil subiu em maio para o maior nível em quase um ano com a forte melhora das expectativas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (25).

O Icom registrou alta de 4,3 pontos e foi a 70,9 pontos neste mês, patamar mais elevado desde junho de 2015.

O Índice de Expectativas (IE) registrou avanço de 5,5 pontos e foi a 80,3 pontos, maior nível em um ano. Já o Índice da Situação Atual (ISA) teve ganho de 2,7 pontos, alcançando 62,5 pontos.

O superintendente-adjunto para ciclos econômicos da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr, destacou em nota que o resultado mostra redução do pessimismo no setor, mas ainda destaca cautela.

comercio

“Primeiro, porque o nível da confiança ainda está muito baixo. Segundo, porque a alta do índice em 2016 tem ocorrido em função de uma leitura gradualmente mais favorável em relação às chances de melhora do ambiente econômico nos meses seguintes do que devido a uma efetiva melhora das vendas ou da lucratividade no presente”, disse ele.

 

Por Camila Moreira na Agência Reuters