Opinião – O massacre sandinista

”Matou 350 pessoas este ano, um número bem maior do que a quantidade de pessoas mortas durante o regime militar no Brasil, em 24 anos,  a maioria em combate” Daniel Ortega e esposa, para reafirmar uma moda no mundo socialista, governam a Nicarágua, após anos em que a Frente Sandinista de Libertação Nacional derrotou o ditador …

24/07/2018 11:51



”Matou 350 pessoas este ano, um número bem maior do que a quantidade de pessoas mortas durante o regime militar no Brasil, em 24 anos,  a maioria em combate”

Daniel Ortega e esposa, para reafirmar uma moda no mundo socialista, governam a Nicarágua, após anos em que a Frente Sandinista de Libertação Nacional derrotou o ditador Anastácio Somoza e enfrentou a guerrilha dos Contras, financiada pelo governo de Ronald Reagan, dos Estados Unidos.

Agora, tentando cortar pensões e reduzir aposentadorias, por exigências dos credores internacionais, o governo de Ortega enfrenta os protestos dos prejudicados como se estivesse combatendo contrarrevolucionários, quando, na verdade, são apenas pessoas que tentam sobreviver, como em todos os lugares do mundo.

Autoritário, apega-se a uma justificativa revolucionária, quando é apenas mais um safado populista a se beneficiar do apelo da transformação, para reprimir seu povo. Matou 350 pessoas este ano, um número bem maior do que a quantidade de pessoas mortas durante o regime militar no Brasil, em 24 anos,  a maioria em combate.

Curioso é ver que os comunistas copiam os czares e imperadores do passado, passando o comando do poder de pai para filho ou irmão, como em Cuba, Coreia do Norte e na Romênia.
Dói saber que a minha esposa, Maria José Rocha Lima, a Zezé, candidatou-se a colher café na Nicarágua, na década de 80, para ajudar esses tais sandinistas. Ainda bem que ela pensava estar salvando a humanidade.

 

 

 

 

Por Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil do DF, jornalista e escritor.