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Opinião – Saindo da crise

”Vamos confiar, pois o Capitão segue a estratégia política de quem exerce sua autoridade com total independência e coragem, pois não tem e nunca teve, rabo preso com ninguém…”

Não estou capitulando, mas admitindo que realmente destinamos até muito tempo ao bom combate contra àqueles que não se conformam – e não vão se conformar nunca – por terem perdido o poder, quando devíamos dedicar essa energia ao Brasil que dá certo. Se por um lado reconhecemos que não se pode transigir com o mau, por outro somos levados a reconhecer que isto não contribui efetivamente para tirar esta Terra de Santa Cruz do campo minado em que foi colocada.

O aprendizado tem sido muito doído e custoso, mas estou com a sensação de que vamos conseguir nos apartar dos contras (todos de um modo geral) para nos fixarmos no que realmente interessa, ou seja, naquilo que edifica e constrói. O Brasil que já havia se afastado da beira do precipício onde os governos passados nos deixaram vai, em breve, ultrapassar a atual crise mundial e, como bem disse o Professor Paulo Guedes, vai dar ao mundo um grandioso exemplo de superação, a uma porque reúne todas as condições para tanto e a duas porque o que hoje chamamos da “Nova Ordem” veio para ficar.

Tanto assim é que os sinais ostensivos do desespero da classe política abjeta e execrável estão por toda parte a ponto daquela gente nem mais saber o que fazer nem o que falar. Destruam Bolsonaro; prendam um filho seu; prestigiem a traição vinda de dentro e de fora do governo; ataquem e corrompam os militares; corram lá para fora do País e traiam a Pátria despudoradamente a serviço do social-comunismo perverso e assassino, vale tudo para retomar o poder e a volta a roubar.

Ia dar alguns exemplos quanto àquelas ações deletérias, mas, como disse no início, é desnecessário ou como ensina o ditado popular em relação àquela trupe que já morreu, mas insiste em se manter insepulta: “não se deve gastar vela boa com defunto ruim”. Durante a confusão provocada pelo vírus chinês e cafetinada pelos vermelhos em geral, a extrema imprensa fez de tudo para enredar e ou comprometer, com sordidez, o Ministro da Economia de Bolsonaro. Com humildade, Guedes algumas vezes tentou dar suas explicações, mas ninguém quis ouvir. Aí, então, ele e sua notável equipe fecharam-se em copas e foram trabalhar, que é o que sabem fazer de melhor.

O imbecil metido a “çábio” do FHC, vendo a chance de aparecer e sair um pouco do ostracismo a que há muito o Brasil lhe condenou, veio pelas páginas do “Sistema Goebbels”, dizer que a pandemia derrotou o ministro e que este, por sua vez, deveria pedir o boné e ir embora. Nada a estranhar. Este senhor há muito já se revelou um completo cabotino, um farsante e para mim desde quando, se julgando imbatível nas eleições de 1985, para prefeitura de São Paulo sentou-se, um dia antes do pleito (14/11/85), na cadeira de prefeito e derrotado assistiu o alcaide eleito, Jânio Quadros, desinfetar o assento com inseticida, no dia da posse, dizendo aos presentes: “…o senhor Henrique Cardoso não teria o direito de sentar-se cá e o fez, de forma abusiva. Por isso desinfeto a poltrona…. que nádegas indevidas a usaram..”

Eis, entretanto, que agora surge o mago das finanças para, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo, revelar o que estava fazendo enquanto a caterva imbecil trabalhava contra o País. Disse que objetivando fornecer proteção no período de enfrentamento à crise provocada pela pandemia do novo corona-vírus, o governo da União vai socorrer três milhões e duzentos mil contribuintes – pequenas empresas ou pessoas jurídicas, que sempre pagaram o “Simples” – convocando-os pela Receita Federal, não para serem cobrados ou multados como sempre aconteceu, mas para receber até 30% de seu faturamento médio dos últimos 12 meses, por conta deste período em que ninguém trabalhou presos que ficamos em nossas casas.

Com suas imbatíveis clareza e objetividade ressaltou que os pequenos vão tomar um susto quando a Receita disser: “aqui tem um dinheiro para ajudar vocês saírem da crise” e que isto representará um investimento de quase 20 bilhões, os quais somados aos outros incentivos já concedidos, se e quando alavancados pelo sistema bancário poderá chegar a um trilhão de reais, acrescentando que tal investimento – por assim dizer – realmente pressionará este ano o orçamento, mas com a volta a normalidade o Brasil recupera.

Na mesma reunião Paulo Guedes anunciou a prorrogação por mais dois meses do “Auxílio Emergencial”, pago a famílias de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. A princípio, a parcela será de 300 reais, unificando vários programas sociais em um só que vai se chamar “Renda Brasil”.

Enquanto ao longo desses últimos meses o Governo estava sendo perseguido como responsável pelo vírus da China, o ministro revelou que, cumprindo uma promessa de campanha do Presidente, sua pasta elaborou e lançará o “Programa Verde e Amarelo” que vai incluir cerca de 40 milhões de brasileiros que andam por aí pelas ruas sem carteira assinada. Por conta desta pandemia sua equipe tornou aqueles cidadãos visíveis para o Estado e agora eles já se encontram com os nomes digitalizados, com endereço de casa e tudo mais, prontos para serem incluídos no mercado de trabalho, em face do mencionado programa. Isto sim é inclusão social e não aquela porcariada com mesmo nome praticada pelo PT, que visava a angariar votos para a quadrilha e sangrar os cofres públicos.

Naquela mesma reunião o Ministro da Saúde deu uma lambada na cara da extrema imprensa e na “Goebbles” em especial que já engendravam uma nova crise alegando que Bolsonaro havia determinado, criminosamente, falsear os dados oficiais da pandemia, para então revelar a criação por sua equipe nos últimos 20 dias, de um novo software pelo qual o Brasil e o mundo poderão ter acesso irrestrito ao conjunto completo daqueles dados atualizadíssimos até o último instante, ao longo das 24 horas do dia. A “esquerdalha” toda ficou com cara de idiota, se roendo de despeito, mas já lançou a nova onda de difamação, espalhando que Bolsonaro se dobrou ao nojento “Centrão”.

Quando vejo ações e providências de governo daquela ordem, minhas esperanças no Brasil se renovam. Assim, vamos confiar, pois o Capitão segue a estratégia política de quem exerce sua autoridade com total independência e coragem, pois não tem – e nunca teve – rabo preso com ninguém e até porque, como se vê a todo instante, o povão demonstra que não quer que ele, xingando muito ou pouco, bem alto ou entredentes, mude em nada e não quer, também, que aquela gente do mal retorne ao Planalto. Eu também.

 

 

 

 

Por Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.

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