Opinião – Oficialização no Ministério da Saúde

”Foi com satisfação que recebi a notícia da permanência e oficialização de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde”, diz aliviado o secretário Figueiredo Foi com satisfação que recebi a notícia da permanência e oficialização de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde. O gestor, que antes atuava como interino, assumiu oficialmente a pasta na última semana. …

23/09/2020 12:17



”Foi com satisfação que recebi a notícia da permanência e oficialização de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde”, diz aliviado o secretário Figueiredo

Foi com satisfação que recebi a notícia da permanência e oficialização de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde. O gestor, que antes atuava como interino, assumiu oficialmente a pasta na última semana.

Como secretário estadual de Saúde de Mato Grosso, entendo que a nomeação de Pazuello é a garantia de que daremos continuidade às ações que iniciamos; e avalio positivamente essas iniciativas.

É certo que a Saúde, independentemente do contexto político, figura entre as pastas mais importantes de um governo. Contudo, em meio à pandemia que desvendou o completo despreparo do mundo, a gestão da Saúde é mais que essencial e decisiva.

Nestes últimos meses, intensos e difíceis para quem atua na linha de frente do combate à Covid-19, o Estado de Mato Grosso contou com o amparo do Governo Federal e priorizou o trabalho conjunto, exatamente como é preconizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Abrimos mais de 160 leitos de Terapia Intensiva (UTI), monitoramos os estoques de Equipamentos de Proteção Individual, testamos a população mato-grossense e oferecemos os medicamentos em casos de prescrição médica. Com o apoio dos municípios de Mato Grosso, chegamos a 300 novos leitos de UTI.

Contudo, nenhuma dessas ações seria possível sem o apoio do Ministério da Saúde, que é a base sólida da gestão tripartite tão defendida pelo SUS. É a atuação integrada das esferas Federal, Estadual e Municipais que rende bons resultados para a população.

Avalio que, durante o período em que atuou como interino, Pazuello buscou o diálogo com os Estados e soube ouvir as pontuações dos gestores estaduais por meio do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Evidentemente, o contexto é o mais desafiador dos últimos tempos, mas entendo que o alinhamento entre o poder de diálogo e a prática política facilita o trajeto.

Enquanto gestor, fico contente com a decisão do Governo Federal. O atual ministro demonstrou comprometimento com a Saúde Pública nos períodos críticos da pandemia e soube conduzir a pasta que, ao meu ver, é a mais importante deste país.

Registro as estimas de êxito ao ministro Eduardo Pazuello e torço para que as ações da Saúde, bem estruturadas até aqui, continuem a beneficiar a nossa população e fortaleçam o valoroso SUS.

 

 

 

 

Por  Gilberto Figueiredo, médico e atual secretário estadual de Saúde de Mato Grosso.