Opinião – Do Natal ao paganismo

O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. Escreve Percival Puggina.


Opinião – Que venham o natal e o 2026

Espero verdadeiramente que Deus nos proteja, abençoe, ilumine, nos dê discernimento, inteligência e parcimônia nas suas decisões e continue nos testando. Escreve Halisson Lasmar.

 


Opinião – “Herança maldita” de Lula na economia vai muito além do desastre fiscal

Lula, Haddad, o PT e seus aliados podem até querer propagar de novo a narrativa da “herança maldita”. Eles falam qualquer coisa. Escreve José Fucs.


Opinião – Entre a Constituição Cidadã e a Insegurança Jurídica

O que eu mais desejaria para nosso país (…) que permitisse a todo o povo ter a certeza de que vivemos numa autêntica democracia. Escreve Ives Gandra da Silva Martins.

 


Opinião – O incentivo a desindustrialização

A adoção de programas de incentivos fiscais para as indústrias é a melhor forma de promover o desenvolvimento econômico do país. Escreve Victor Humberto Maizman.


Opinião – Havaianas: tiro no pé

Os chinelos são um tanto vagabundos, especialmente para o preço cobrado. Nos EUA, um par chega a custar mais de US$ 20, ou seja, mais de cem reais! Escreve Rodrigo Constantino.


Opinião – Será que os votos da eleição de 2026 já estão todos comprados?

Se a gente olhar, há treze estados em que existem mais beneficiários do Bolsa Família do que trabalhadores com carteira assinada. Escreve Alexandre Garcia.


Opinião – 2025 foi um pesadelo para a democracia

Precisamos acabar com os escândalos de Lula, como o roubo bilionário dos aposentados, os custos absurdos com viagens e funcionários de Janja. Escreve Reinhold Stephanes Júnior.


Opinião – Direita, mas nem tanto

Para ser de direita é preciso identificar e desmascarar o erro essencial do socialismo: a crença no deus-Estado como o solucionador de todos os problemas. Escreve Roberto Motta.


Opinião – O ambiente contábil e suas nuances

O contador que se protege não é menos colaborativo é mais profissional. Ele preserva seu escritório, sua reputação e a continuidade do negócio. Escreve Rodrigo Furlanetti.