Alimentos e bebidas são 40% do IPCA-15 de 2010

A taxa de elevação de preços no grupo saltou de 3,08% para 10,16% de 2009 para 2010, e representou 40% do total acumulado do indicador no ano, com contribuição de 2,29 pontos porcentuais. Nas contribuições individuais, as carnes mais uma vez foram o destaque, com alta de 30,52% este ano, e contribuição de 0,66 ponto …

22/12/2010 08:39



A taxa de elevação de preços no grupo saltou de 3,08% para 10,16% de 2009 para 2010, e representou 40% do total acumulado do indicador no ano, com contribuição de 2,29 pontos porcentuais.
Nas contribuições individuais, as carnes mais uma vez foram o destaque, com alta de 30,52% este ano, e contribuição de 0,66 ponto porcentual no IPCA-15 de 2010. Os preços de refeição em restaurante também foram ressaltados pelo IBGE, com alta de 10,50% no ano e contribuição de 0,45 ponto porcentual na inflação de 2010 medida pelo indicador.
Entre as nove classes de despesa pesquisadas pelo IBGE para cálculo do indicador, a segunda maior elevação de preços no ano foi a do grupo despesas pessoais (7,32%), seguida por vestuário (6,85%); educação (6,21%); habitação (5,04%); saúde e cuidados pessoais (4,94%); artigos de residência (3,49%); transportes (2,39%); e comunicação (0,69%).

A taxa de elevação de preços no grupo saltou de 3,08% para 10,16% de 2009 para 2010, e representou 40% do total acumulado do indicador no ano, com contribuição de 2,29 pontos porcentuais.
Nas contribuições individuais, as carnes mais uma vez foram o destaque, com alta de 30,52% este ano, e contribuição de 0,66 ponto porcentual no IPCA-15 de 2010. Os preços de refeição em restaurante também foram ressaltados pelo IBGE, com alta de 10,50% no ano e contribuição de 0,45 ponto porcentual na inflação de 2010 medida pelo indicador.
Entre as nove classes de despesa pesquisadas pelo IBGE para cálculo do indicador, a segunda maior elevação de preços no ano foi a do grupo despesas pessoais (7,32%), seguida por vestuário (6,85%); educação (6,21%); habitação (5,04%); saúde e cuidados pessoais (4,94%); artigos de residência (3,49%); transportes (2,39%); e comunicação (0,69%).