COMMODITIES AGRÍCOLAS: Açúcar, algodão, soja e trigo

Os papéis com vencimento em maio fecharam ontem a 29,57 centavos de dólar por libra-peso, alta de 38 pontos. De acordo com a Bloomberg, as perspectivas de menor produção do que o esperado atingem a Índia, que está agora em plena moagem, e o Brasil, que se mostra com previsão de baixa produção de cana …

22/12/2010 10:43



Os papéis com vencimento em maio fecharam ontem a 29,57 centavos de dólar por libra-peso, alta de 38 pontos. De acordo com a Bloomberg, as perspectivas de menor produção do que o esperado atingem a Índia, que está agora em plena moagem, e o Brasil, que se mostra com previsão de baixa produção de cana na próxima safra, que começa em abril de 2011. Segundo levantamento feito pelo ABN Amro Banke pelo VM Groupo suprimento global ficará atrás da demanda em quase 3 milhões de toneladas no ano safra que termina em 30 de setembro do ano que vem. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal fechou em alta de 0,47% a R$ 75,60 a saca de 50 quilos.
Economia americana – Os futuros de algodão bateram limite de alta ontem na bolsa de Nova York, diante da especulação de que a demanda pela pluma vai subir com o fortalecimento da economia americana. Os papéis com entrega em maio tiveram valorização de 400 pontos, fechando com a libra valendo 142,39 centavos de dólar por libra-peso. Conforme informações da Bloomberg, o otimismo de executivos da Mesa Redonda de Negócios, baseada em Washington (EUA), atingiu níveis mais altos em quase cinco anos. O Thomson Reuters/Jefferies CRB Index de 19 matérias-primas avançou para o mais alto nível em mais de dois anos, sobretudo com ganhos em gás natural, gasolina e algodão. No mercado de Itiquira (MT), a arroba da pluma fechou estável valendo R$ 93,8, segundo levantamento do Imea/Famato.
Estiagem à vista – A ameaça que exerce o clima seco sobre as lavouras de soja da Argentina e do Brasil ajudou a valorizar ontem as cotações do grão na bolsa de Chicago, segundo a Bloomberg. Os papéis para março de 2011 fecharam o pregão valendo US$ 13,27 o bushel, valorização de 16,50 centavos de dólar. Na Argentina, pelo menos metade das lavouras de milho e de girassol estava muito seca depois que menos de 0,8 centímetros de chuvas ocorreram no fim de semana, segundo Mike Tannura, presidente da T-Storm Weather, em Chicago. Neste ano, a soja subiu 27% motivada principalmente pela demanda chinesa recorde por grãos americanos. No mercado interno, a saca de 60 quilos fechou estável em R$ 42,50 em Lucas do Rio Verde (MT), segundo levantamento feito pelo Imea/Famato.
Clima preocupa – Os contratos futuros do trigo negociados na bolsa de Chicago e com vencimento em maio fecharam ontem com alta de 12,25 centavos de dólar, a US$ 7,9650 por bushel. De acordo com a agência Dow Jones Newswires, os fundos especulativos negociaram um volume de dois mil contratos. Os analistas de mercado afirmaram que o movimento se deveu a preocupações com a oferta global do cereal. O clima seco nas Planícies americanas – a principal região produtora do país – e as especulações de que a Rússia vai estender a proibição de exportação do cereal alavancaram os preços. A qualidade do trigo da australiano também influenciou a alta, em virtude das reviravoltas no tempo. No mercado doméstico, a saca ficou em R$ 24,26, queda de 1,14%, segundo o Deral.

Os papéis com vencimento em maio fecharam ontem a 29,57 centavos de dólar por libra-peso, alta de 38 pontos. De acordo com a Bloomberg, as perspectivas de menor produção do que o esperado atingem a Índia, que está agora em plena moagem, e o Brasil, que se mostra com previsão de baixa produção de cana na próxima safra, que começa em abril de 2011. Segundo levantamento feito pelo ABN Amro Banke pelo VM Groupo suprimento global ficará atrás da demanda em quase 3 milhões de toneladas no ano safra que termina em 30 de setembro do ano que vem. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal fechou em alta de 0,47% a R$ 75,60 a saca de 50 quilos.
Economia americana – Os futuros de algodão bateram limite de alta ontem na bolsa de Nova York, diante da especulação de que a demanda pela pluma vai subir com o fortalecimento da economia americana. Os papéis com entrega em maio tiveram valorização de 400 pontos, fechando com a libra valendo 142,39 centavos de dólar por libra-peso. Conforme informações da Bloomberg, o otimismo de executivos da Mesa Redonda de Negócios, baseada em Washington (EUA), atingiu níveis mais altos em quase cinco anos. O Thomson Reuters/Jefferies CRB Index de 19 matérias-primas avançou para o mais alto nível em mais de dois anos, sobretudo com ganhos em gás natural, gasolina e algodão. No mercado de Itiquira (MT), a arroba da pluma fechou estável valendo R$ 93,8, segundo levantamento do Imea/Famato.
Estiagem à vista – A ameaça que exerce o clima seco sobre as lavouras de soja da Argentina e do Brasil ajudou a valorizar ontem as cotações do grão na bolsa de Chicago, segundo a Bloomberg. Os papéis para março de 2011 fecharam o pregão valendo US$ 13,27 o bushel, valorização de 16,50 centavos de dólar. Na Argentina, pelo menos metade das lavouras de milho e de girassol estava muito seca depois que menos de 0,8 centímetros de chuvas ocorreram no fim de semana, segundo Mike Tannura, presidente da T-Storm Weather, em Chicago. Neste ano, a soja subiu 27% motivada principalmente pela demanda chinesa recorde por grãos americanos. No mercado interno, a saca de 60 quilos fechou estável em R$ 42,50 em Lucas do Rio Verde (MT), segundo levantamento feito pelo Imea/Famato.
Clima preocupa – Os contratos futuros do trigo negociados na bolsa de Chicago e com vencimento em maio fecharam ontem com alta de 12,25 centavos de dólar, a US$ 7,9650 por bushel. De acordo com a agência Dow Jones Newswires, os fundos especulativos negociaram um volume de dois mil contratos. Os analistas de mercado afirmaram que o movimento se deveu a preocupações com a oferta global do cereal. O clima seco nas Planícies americanas – a principal região produtora do país – e as especulações de que a Rússia vai estender a proibição de exportação do cereal alavancaram os preços. A qualidade do trigo da australiano também influenciou a alta, em virtude das reviravoltas no tempo. No mercado doméstico, a saca ficou em R$ 24,26, queda de 1,14%, segundo o Deral.