Opinião – Parem por aí!

10/05/2019 13:40

”Podem parar por aí! Devem aqueles que nos envergonharam perante o Mundo serem avisados que não terão o poder nunca mais para repetir o caos em que o Brasil foi atirado”

Ainda está bem fresca em nossa memória a situação que reinava quando o Brasil passava das mãos de Lula e de Dilma para as de Temer e de sua quadrilha. Agora que a esperança voltou – e voltou mesmo – relembre o caro leitor o horror daqueles tempos e o caos que se aproximava inevitavelmente. A economia do País estava arrasada e sem chance de ser reerguida. Mais de 15 milhões de desempregados, ou seja, mais de 25 milhões de pessoas viviam sem o mínimo para prover sua mantença e não havia perspectiva de o povo se livrar daquele cenário.

No Planalto, uma facção criminosa aliada aos mais terríveis narco-ditadores da “América Latrina”, da África e da Palestina foi substituída por outra tão nociva quanto a primeira. Esta última continuava a assaltar os cofres públicos e a destruir a máquina de governo, como se fosse uma nova nuvem de gafanhotos que surgiu no horizonte da “Terra Brasillis”, para devastar de vez o pouco que havia sobrado dos tempos petistas.

Na vida política nacional e principalmente no legislativo, as peçonhas malditas do “Ogro Encarcerado” e da “Anta guerrilheira”, bem como as dos Zé Dirceus, dos Renans, dos Cunhas, e dos “Centrões” da vida, sem falar na canalha do  sórdido e dissimulado FHC, fincavam pé contra a Operação Lava Jato e em desfavor do herói nacional Sérgio Moro, certos de que os destruiriam para retomar o poder com a petralhada ou com os viscosos tucanos os quais, com a incontinência de conduta decorrente de seus dissimulados procedimentos contra a Nação Verde e Amarela, sempre acabam sujando por onde passam.

No Judiciário, a banda podre do STF se movimentava com desenvoltura total, trabalhando uns pela volta do “Analfa de Garanhuns”, outros para entregar de novo o poder ao PSDB e todos devotados em esconder nas entranhas da administração governamental, a qualquer preço, o mau cheiro que exalava dos seus roubos e de suas malversações de dinheiro público.

As entidades de classe, os sindicatos e as confederações sindicais, os chamados movimentos e organizações sociais (Ong’s e MST’s); a grande imprensa, a nata dos chupins do suor deste povo e, obviamente, todas as sociedades de criminosos legalizados como partidos políticos, sem falar nas odiosas associações corporativas dos servidores públicos, tudo e todos se preparavam para, nas eleições de outubro, dar um tiro de misericórdia no Movimento Revolucionário Popular de 2018 – MRP8, que das ruas do Brasil tomou conta. Se tivessem ganho, os agentes de Cuba e da Venezuela tinham entrado pelas portas do Planalto e se instalado no País como, por exemplo, ocorreu no caso da invasão bolivariana nominada de “Programa Mais Médicos” e, por via de consequência, aí a guerra civil teria eclodido. Não tenho a menor dúvida.

Quem como eu que para si jurou defender a Pátria, esta que, sem dúvida, se situa acima desta Constituição Social-Comunista que aí está para manter o establishement explorador e que um dia o povo – único titular do verdadeiro poder que dela emana – a rasga ou a emenda naquilo que o afronta e o aprisiona à miséria e à escravidão social e igualmente para justiçar os nababos e poderosos, certamente que também entende que se o povão rebelado tivesse posto Brasília a ferros e fechado todos os carcomidos poderes desta desmoralizada República – e faltou pouco – hoje não teríamos que padecer nas mãos desses que agora tentam diariamente destruir o atual governo, ou seja, o sonho de nossa gente de ter dias melhores e viver uma vida condigna. Imaginem o Brasil livre dos ladrões do PT, dos comparsas da bandidagem do PSOL, dos vendidos do PCdoB, dos quadrilheiros do MDB e de outros ordinários de igual espécie.

A esquerda roubou e quase destruiu o País. Por qual razão aqueles que a incensaram e a promoveram têm o direito de restar impunes? Não é justo com aqueles brasileiros que nos últimos 30 anos lutaram contra a “esquerdalha”. A meu sentir não basta prender só uma meia dúzia de responsáveis pegos com a boca na botija, todos que um dia participaram, direta ou indiretamente, do mal causado aos milhões e milhões de brasileiros devem pagar caro por seus atos. Isto é sim é fazer justiça. Para cada cidadão desempregado um servidor público, assecla de Lula e Dilma, deve ser exonerado. Por que não? Para cada homem de bem que morreu nas filas do SUS um gestor público deve ser processado e preso. Para cada família atirada na miséria um príncipe ou mandarim da República deveria ser afastado de sua privilegiada função. Para cada brasileiro vitimado pela bandidagem um político defensor de marginais ou um “Mandarim Solta Bandidos do STF” haveria de ser punido pelo povo. Existem muitas formas e processos para se efetivar tudo isso. O que não se pode é deixar de fazê-lo ou retardar indefinidamente sua consecução por mais que se teorize ou se distorça a realidade, porque uma verdadeira democracia não pode vicejar plantada em tanto crime e em tanto mal. A esquerda mesmo não deve se escandalizar com isto que falo, afinal suas ditaduras sabem bem proceder daquela forma, só que com rara eficiência e total desumanidade.

Desde a derrota do eixo do mal nas últimas eleições, estamos convivendo com o acinte dos vencidos e com o seu desafio contra a soberana vontade popular. Relativamente a toda esta situação ainda não vi nem ouvi qualquer babilaca ou entendido dizer que são condenáveis aqueles procedimentos antidemocráticos e atentatórios à estabilidade desta Nação. A extrema imprensa e seus nocivos Conglomerados – pelo fato de lhes tirarem as mãos sujas dos cofres públicos – querem destruir Bolsonaro e toda sua família. É fato notório, independe de prova. Somente não entendo a razão pela qual continuam impunes para usar a força que ainda têm para chantagear o executivo. A classe política abjeta, que sobreviveu ao enorme expurgo de 2018, urde e trama para destruir o Presidente eleito e sua equipe em busca dos favores e das benesses que sorviam na época dos governos civis instalados depois de 1964 e, mesmo estando tudo para lá de consabido, não se pode dar voz de prisão àquela gentalha desclassificada, isto sem falar que ainda temos que assistir o Professor Paulo Guedes – o verdadeiro gênio das finanças que pode reabilitar o Brasil perante o Mundo – sendo moralmente tungado pelo filho do bandidaço Zé Dirceu nas dependências do Congresso Nacional, sob o aplauso da vermelhada. O Judiciário manchado pela atuação da Suprema Corte – que nas ruas o povão desmoralizou e desmascarou – não vai sossegar enquanto não destruir a Operação Lava Jato e colocar na rua todos os grandes criminosos do País.

Os vencidos falam que o governo atual estaria promovendo desmanches irreversíveis no aparelhamento que lograram fazer na máquina governamental. Dizem que isto se refletirá sobre futuras gerações. É verdade e anotem: o pavor deles é que o que engendraram não mais poderá ser reconstruído. Os lacaios de Lula e Dilma acusam o governo atual de atropelá-los e de esmagar seus domínios políticos. É verdade e por serem burros e incompetentes não enxergam que sua perversa dominação sustentada pelo que roubavam do erário há que ser destruída de qualquer forma, não só pelo Capitão, mas pelo próprio povão que agora sabe quem são eles verdadeiramente e quanta dor e desgraça trouxeram.

Os perdedores acusam o Chanceler de trazer o Brasil de volta para a Comunidade das Nações livres e desenvolvidas, rechaçando a ruinosa relação com países controlados pelo social-comunismo. Também insultam o Ministro do Meio Ambiente que está acabando com a farra da nefasta indústria do “ecologicamente correto” paga com dinheiro dos nossos impostos. Ardendo de ódio e de inveja detratam o Ministro da Economia, o da Justiça e Segurança Pública e o da Educação porque já têm certeza que suas pastas tirarão o País da miséria; colocarão os vendilhões da Pátria na cadeia junto com os donos do tráfico e resgatarão nossa juventude do verdadeiro holocausto da cultura, da educação e do ensino no Brasil, instalado nas últimas décadas. Desonestos Reitores e suas corjas que tomam conta dos respectivos “campos de extermínio” da boa cultura, da ciência e da liberdade que chamam hoje de Universidades Publicas estão apavorados e enlouquecidos com a disposição patriótica de Bolsonaro e a de seu Ministro do MEC de apurar seus crimes.

Ademais, amargando sentimentos subalternos, os maus propagam, dia sim e outro também, que os “Bolsonaros” constituem uma família de desequilibrados, de milicianos, de inimigos dos movimentos sociais, cuja selvageria vai limitar a atuação deles e por isso há que serem ceifados a qualquer custo. Entendo que, contra tudo aquilo algo deve ser feito e muito rápido, pelo que espero que Bolsonaro e principalmente as Forças Armadas não se deixem enganar pelos bandidos de sempre e pelos inimigos do povo, perdendo-se nas intrigas e nas manobras de uma horda em que, somados todos que a integram, independentes de matizes e colorações, não valem um terço de qualquer membro da equipe do Capitão.

De alguma maneira a oposição, os perdedores e os inconformados devem ser colocados nos limites nos quais, com lealdade à Pátria e sinceridade de propósito, contribuam para a democracia. Fora disto suas ações são atos de banditismo e não podem ser toleradas. Assim, volto a advertir: saiam desta lama! Ninguém vai tirar mais os militares de dentro do Planalto. Podem parar por aí! Devem aqueles que nos envergonharam perante o Mundo serem avisados que não terão o poder nunca mais para repetir o caos em que o Brasil foi atirado. Devem ser definitivamente intimados a reter que se não for este o jogo jogado a alternativa será impor a fórceps a clara, insofismável e soberana vontade do grande MRP de 2018.

 

 

 

Por Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email. [email protected]).

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