MT espera produção recorde

23/12/2010 09:01

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a safrinha do milho no Estado se encerra sob um enigma: “a incerteza entre o papel de estrela e vilã na produção de milho brasileiro é cada ano mais difícil de decifrar em Mato Grosso. O ano 2010 se encerra marcado pelo plantio de uma área recorde, o que resultou também em uma produção de enlouquecer produtores e órgãos federais”.
Neste ano, o Estado atingiu a incrível marca da sexta superprodução seguida. E as apostas são para que em 2011, a sétima seja confirmada. O grão que só ganhou espaço como cultura alternativa no Estado a partir da temporada 91/92 – conforme série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) – registra incremento a cada safra. No ano passado o Estado ofertou mais de 8,4 milhões de toneladas. O volume rendeu bônus e ônus. Primeiro foi a ascensão da cultura no mercado internacional, com o maior volume já exportado pelo Estado. Na contramão veio a queda nas cotações e a necessidade urgente de intervenções do governo federal, não apenas para garantir o preço mínimo à saca, como também, para movimentar o grão para outras localidades com a finalidade de abrir espaços aos armazéns mato-grossenses.
Como aponta o Imea, há duas safras a Conab vinha trabalhando no sentido de formar estoques, mas optou pela estratégia contrária: auxiliou a retirada de 85% da safra de dentro do Estado a fim de possibilitar a movimentação também dos estoques reguladores antigos aqui armazenados. “A matemática parece fácil, mas não é assim, de forma tranqüila, que o ano se encerra. Foram necessários vários leilões de venda para garantir o abastecimento das cadeias nacionais (suinocultura, avicultura, bovinocultura…), o que impulsionou os preços para patamares ainda não vistos no ano”.
Exportações – De acordo com os levantamentos feitos pela Secex, Mato Grosso exportou 5,3 milhões de toneladas de milho desde janeiro, sendo o maior volume embarcado da história. Em todos os anos as exportações intensificaram-se após o mês de julho, refletindo o aumento da oferta do cereal pelo início da colheita no Estado. Na segunda safra 09/10, as intervenções da Conab por meio dos leilões e a colheita anteciparam o escoamento que está em 3,4 milhões de toneladas até novembro/10, com um aumento de 60% em relação ao percentual embarcado no mesmo período do ano passado. “Tal volume representa 43,5% das 8,3 milhões de toneladas produzidas. Vale lembrar que o Estado aumentou sua produção em 40% nas últimas quatro safras, saindo de pouco mais de 5 milhões de toneladas para além de 8 milhões. Já as exportações aumentaram 11 vezes.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a safrinha do milho no Estado se encerra sob um enigma: “a incerteza entre o papel de estrela e vilã na produção de milho brasileiro é cada ano mais difícil de decifrar em Mato Grosso. O ano 2010 se encerra marcado pelo plantio de uma área recorde, o que resultou também em uma produção de enlouquecer produtores e órgãos federais”.
Neste ano, o Estado atingiu a incrível marca da sexta superprodução seguida. E as apostas são para que em 2011, a sétima seja confirmada. O grão que só ganhou espaço como cultura alternativa no Estado a partir da temporada 91/92 – conforme série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) – registra incremento a cada safra. No ano passado o Estado ofertou mais de 8,4 milhões de toneladas. O volume rendeu bônus e ônus. Primeiro foi a ascensão da cultura no mercado internacional, com o maior volume já exportado pelo Estado. Na contramão veio a queda nas cotações e a necessidade urgente de intervenções do governo federal, não apenas para garantir o preço mínimo à saca, como também, para movimentar o grão para outras localidades com a finalidade de abrir espaços aos armazéns mato-grossenses.
Como aponta o Imea, há duas safras a Conab vinha trabalhando no sentido de formar estoques, mas optou pela estratégia contrária: auxiliou a retirada de 85% da safra de dentro do Estado a fim de possibilitar a movimentação também dos estoques reguladores antigos aqui armazenados. “A matemática parece fácil, mas não é assim, de forma tranqüila, que o ano se encerra. Foram necessários vários leilões de venda para garantir o abastecimento das cadeias nacionais (suinocultura, avicultura, bovinocultura…), o que impulsionou os preços para patamares ainda não vistos no ano”.
Exportações – De acordo com os levantamentos feitos pela Secex, Mato Grosso exportou 5,3 milhões de toneladas de milho desde janeiro, sendo o maior volume embarcado da história. Em todos os anos as exportações intensificaram-se após o mês de julho, refletindo o aumento da oferta do cereal pelo início da colheita no Estado. Na segunda safra 09/10, as intervenções da Conab por meio dos leilões e a colheita anteciparam o escoamento que está em 3,4 milhões de toneladas até novembro/10, com um aumento de 60% em relação ao percentual embarcado no mesmo período do ano passado. “Tal volume representa 43,5% das 8,3 milhões de toneladas produzidas. Vale lembrar que o Estado aumentou sua produção em 40% nas últimas quatro safras, saindo de pouco mais de 5 milhões de toneladas para além de 8 milhões. Já as exportações aumentaram 11 vezes.

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